19 outubro, 2013

Descubra como facilitar suas pesquisas no Google



Você costuma ter dificuldades em suas pesquisas online? Confira as dicas, descubra como facilitar suas buscas no Google e obtenha resultados satisfatórios.
Obter resultados satisfatórios com pesquisas on line depende de conhecer as táticas certas para sua busca. 
Utilizar palavras-chave, por exemplo, facilita a filtragem e traz resultados mais específicos. Por isso, é essencial que você entenda melhor como funciona o mecanismo de pesquisa do Google e como facilitar suas buscas com isso. 

Confira abaixo algumas dicas, e descubra como facilitar suas pesquisas no Google:


1. Aspas
Para pesquisas mais específicas com palavras exatas que se refiram aos resultados buscados, utilizar aspas faz com que a busca seja mais direta.
Exemplo: "militarismo no Brasil"  


2. Traço
Colocar um traço antes de uma palavra de sua pesquisa faz com que o assunto que se refere ao termo seja excluído dos resultados obtidos.
Exemplo: Gil Vicente - futebol

3. Dois pontos finais
Ao pesquisar por algo que ocorreu ou foi publicado entre um período de tempo específico, colocar dois pontos finais entre os números da data fará com que a busca ofereça apenas resultados dentro desse tempo.
Exemplo: Segunda Guerra Mundial 1939..1941  


4. Pesquisa por site
Para pesquisar por algo que você já sabe que se encontra em um site específico, você pode acrescentar o endereço do site ao lado das palavras da busca. Exemplo: dicas Enem site: www.universia.com.br

5. Código de países
Para encontrar resultados em sites de um país específico, existem códigos que direcionam o usuário à página do Google desse determinado local.
Exemplo: www.google.fr

 6. Resultados dependem do histórico de pesquisa
Também é importante saber que os resultados que você encontra em uma busca são filtrados automaticamente a partir do seu histórico de pesquisa. Dessa maneira, os links e assuntos que você costuma procurar com mais frequência vão aparecer nas primeiras páginas.

06 outubro, 2013

Qual a diferença entre hacker e cracker?




"Hacker" e "cracker" podem ser palavras parecidas, mas possuem significados bastante opostos no mundo da tecnologia. De uma forma geral, hackers são indivíduos que elaboram e modificam softwares e hardwares de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas ou adaptando as antigas. Já cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança.

Na prática, os dois termos servem para conotar pessoas que têm habilidades com computadores, porém, cada um dos "grupos" usa essas habilidades de formas bem diferentes. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal e nunca invadem um sistema com o intuito de causar danos. No entanto, os crackers têm como prática a quebra da segurança de um software e usam seu conhecimento de forma ilegal, portanto, são vistos como criminosos.

As denominações foram criadas para que leigos e, especialmente a mídia, não confundissem os dois grupos. O termo "cracker" nasceu em 1985, e foram os próprios hackers que disseminaram o nome em sua própria defesa. A ideia era que eles não fossem mais confundidos com pessoas que praticavam o roubo ou vandalismo na internet.

Apesar dos termos serem mundialmente conhecidos, chamar alguns de “bons” e outros de “maus” não agrada a todos. Há quem acredite que tanto o hacker quanto o cracker são habilidosos e podem fazer as mesmas coisas, como o programador Vinicius Camacho “Uma pessoa pode quebrar um software, como fazem os crackers, mas não usar as informações de forma antiética. O oposto também pode acontecer: um hacker usar sua habilidade de forma mal-intencionada”, conclui.

O que isso quer dizer? Isso significa que, para ele, o termo cracker, criado para denotar um “Hacker do mal”, é bastante subjetivo. Para ele os termos mais corretos são os usados dentro da ética hacker : “White Hat” (Chapéu Branco), “Black Hat” (Chapéu Preto) e “Gray Hat” (Chapéu Cinza). Os hackers "Chapéu Branco" são pessoas interessadas em segurança e, na maioria das vezes, usam suas habilidades a favor das empresas, sendo 100% éticos em suas ações. São eles que ocupam os cargos de analista de sistema, especialista em TI ou outros empregos na área de informática. 

Já os hackers "Chapéu Preto" são criminosos e, normalmente, especializados em invasões maliciosas de sites. Os hackers "Chapéu Cinza" têm as intenções de um Chapéu Branco, mas suas ações são eticamente questionáveis.

Apesar dessa contradição dentro do próprio cenário de profissionais da segurança, ainda muitos programadores aceitam os termos hacker e cracker como definições corretas. Diversos Fóruns sobre programação, blogs de tecnologia, sites como Wikipedia e até dicionários conceituam os hackers como profissionais do bem e crackers como criminosos.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/38024/38024

09 outubro, 2012

M-learning e Educação Corporativa: Anywhere, anytime, anyplace




A globalização trouxe com ela, além da velocidade dos avanços tecnológicos e da informação, muitos desafios para as organizações que buscam incessantemente por caminhos para aumentar sua competitividade.
Diante deste cenário, chegaram ao Brasil nos anos 90 as universidades corporativas, centros de treinamentos onde são disponibilizados conhecimentos de acordo com a necessidade das empresas para a qualificação de profissionais e assim alcançarem um grande diferencial competitivo. Elas atendem principalmente empresas de grande porte como a Natura, a Claro, a Vivo, a Fiat , Banco Itaú, Caterpillar, Banco Votorantim, Siemens, entre outras.
O conhecimento tornou-se essencial para o desenvolvimento do processo de produção, gerando empresas sustentáveis financeiramente bem como a manutenção de sua posição em um mercado agressivo, mutável e imprevisível.
Aprender, desaprender e aprender novamente. Processo simultaneamente doloroso e prazeroso, muitas vezes aterrorizante no mundo do trabalho. Desconstruir práticas antes consagradas traz incertezas e ansiedade porém desperta também a paixão por novas descobertas, outros caminhos não imaginados para o saber fazer. Destaca-se no mercado a empresa que tem maior capacidade de aprendizagem e de criação de novos conhecimentos. Reter talentos é fundamental e os profissionais almejam trabalhar em empresas que ofereçam perspectivas de futuro, apostem na meritocracia e sejam parceiras de fato na formação acadêmica e profissional.
Algumas delas já implementaram seus treinamentos utilizando plataformas dentro da modalidade m-learning disponibilizando conteúdos através de smartphones, tablets, e-readers e outros dispositivos móveis. Apesar da desconfiança com que é vista, natural a toda nova modalidade que representa principalmente quebra de paradigmas, o m-learning está em franca expansão, principalmente por oferecer baixos custos de implantação e manutenção e por oferecer acessibilidade a qualquer momento, transformando-a também em uma interessante estratégia de marketing. A Universidade Corporativa Sadia é um exemplo bem sucedido do uso do e-learning na educação corporativa, com mais de 60.000 colaboradores em todo o país, a empresa viu no e-learning a saída para qualificar seus colaboradores e tornar-se mais competitiva.
Outro exemplo é o Sesi Paraná que também optou pelo e-learning e o m-learning. Através de pílulas de conhecimento enviadas por sms, quizzes de conteúdo, consulta e envio de arquivos, fórum, sistema de mensagens e conteúdos adequados ao mobile learning, a empresa deu mobilidade aos usuários do seu sistema virtual de aprendizagem.
Alguns especialistas desacreditam da eficiência do m-learning por enxergarem na falta de controle da informação um risco e por temerem problemas entre a legislação e o ensino pervasivo, imaginando possíveis complicações jurídicas, ignorando os mecanismos que a empresa pode utilizar para se preservar. Desconsideram a ampla variedade de oportunidades de aprendizagem devido à flexibilização que a modalidade oferece na relação espaço/ tempo/ custos, seu papel motivador e à complementaridade, posto que seu uso é subjacente à outras metodologias, ou seja, não exclui outras práticas.

04 fevereiro, 2012

Como fazer apresentações no estilo Steve Jobs


Dias atrás, assisti a uma das piores séries de slides de PowerPoint da minha vida (e olha que já vi muitas). Por isso, quando li o sobre “Os segredos das apresentações de Steve Jobs”, decidi traduzir, resumir e deixar tudo mastigadinho para você que faz ou vai fazer um show de slides.
O material foi publicado no excelente blog LifeHacker, que colocou os links para uma apresentação e um vídeo produzidos pelo autor do livro “Os segredos das apresentações de Steve Jobs”, Carmine Gallo, que é também colunista da revista Businessweek. A seguir, você confere um resumo com as principais dicas dadas por Gallo, separadas em três atos.


Três atos:


Ato 1 – Crie uma história
Ato 2 – Entregue uma experiência
Ato 3 – Refine e ensaie

“Ato I”

1 – Encontre algo que você ama
Para convencer o público de algo, é preciso convencer a si mesmo. O tom “messiânico” de Jobs só não soa ridículo, porque ele realmente acredita no que diz. Para justificar o trecho, Carmine Gallo usa a seguinte frase de Jobs: “Você deve encontrar o que você ama. O que realmente importa é ir para a cama de noite dizendo ‘Fiz alguma coisa maravilhosa”


2 – Planeje
Antes de abrir o PowerPoint pegue um papel e rabisque suas idéias. Planeje como será a apresentação. Os especialistas recomendam que você divida seu tempo privilegiando as ideias: coletando dados, organizando eles e rabiscando uma história.


3 – Crie sempre um vilão
Todas as apresentações de Jobs são baseadas no modelo de herói contra vilão, em que o produto da Apple é a solução para uma situação antagônica ou um concorrente. Em 1984, por exemplo, o papel coube a IBM.


“Ato II”


1 – “Simplicidade é o máximo da sofisticação”
A frase acima, também de Steve Jobs, resume esse passo que indica: jamais use bullets, quando puder imagens ao invés de texto e cada slide deve ter, no máximo, 40 caracteres.


2 – Não use jargão
Jobs pouco fala de gigabytes. Ele prefere dizer que “no iPod cabem mil músicas”. Faça o mesmo, simplificando os termos técnicos sem usar definições abstratas.


“Ato III”

1 – Presença de Palco
Olho nos olhos da platéia, tenha uma postura aberta e com autoridade e saiba se expressar usando as mãos. Como fazer tudo isso? Use o próximo passo como mantra.
2 – Treine
Um repórter da revista BussinessWeek que acompanhou Steve Jobs escreveu que ele “treina sua naturalidade por muitas horas, por muitos dias”. Os treinos do CEO se intensificam nas 48 horas antes do keynote. É quando ele pede feedback da equipe.


3 – Se divirta
Durante um problema na MacWorld de 2007, Jobs aproveitou para contar uma piada sobre os velhos tempos da Apple. Assim, minimizou a falha na apresentação e mostrou confiança. A lição é que é importante entreter o público sempre.

by Juliano Barreto

08 abril, 2011

4 MANEIRAS DE MELHORAR SUA REDE WI FI EM CASA

Quer melhorar o sinal wi-fi do seu home office?
Vamos a algumas dicas bem legais, coletadas de vários lugares.



Escolha o modelo mais rápido de rede

Atualmente o modelo mais rápido disponível no mercado é a rede N (802.11n), bem mais veloz que as tradicionais redes B e G e ideal para transmissão de arquivos grandes e streaming em alta qualidade. É fácil identificar um roteador que suporta essa rede logo pela caixa dele e descrição do produto. Importante lembrar que todos os dispositivos a se conectar nessa rede N tem que ser compatíveis com ela (notebooks, smartphones, TVs, etc), assim a velocidade real da rede virá com toda a força. Ah, se você souber detalhes mais técnicos da configuração da rede, vale deixar a frequência no canal de 5GHz, para evitar interferências com outros dispositivos sem fio, como telefones.


Escolha a antena certa

Se o sinal do roteador estiver fraco, pode ser a antena. Geralmente eles saem de fábrica com antenas de alcance médio. Os roteadores com antena externa são mais fáceis de gerenciar, pois dá para trocar a antena com facilidade por uma mais potente.

Sinal consistente
Se você não pode mudar o roteador para um de padrão N, pelo menos deixe todos os dispositivos na frequência certa do roteador atual, seja ele B ou G. No caso de máquinas antigas, se não der para fazer o upgrade interno, adquira uma placa externa USB.


Segurança nunca é demais

Proteja sempre sua rede com senha. Mude o nome do usuário administrador e a senha padrão do seu modem ou roteador, os nomes de usuário padrão do fabricante e senhas são de conhecimento comum. E desligue o roteador quando não for usá-lo.


Direcione o sinal

Quando o roteador wireless está ligado, o sinal vai para todos os lados. E você pode aumentar a intensidade dele ao direcionar exatamente para o local que você quer como receptor do Wi-Fi. Para isso, experimente fazer uma “gambiarra” utilizando uma lata de refrigerante, por exemplo, criando uma espécie de parábola na antena do roteador. Veja o vídeo abaixo:

13 março, 2011

Realidade Aumentada

Redes sociais estão sendo vitais na comunicação entre os japoneses

Com as redes de celulares congestionadas devido aos terremotos, população usa sites como Facebook e Twitter para fazer contato.

Nesta sexta-feira (11/3), um forte terremoto de magnitude 8,9 atingiu a costa nordeste do Japão. De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o tremor, que foi o pior já registrado na história do país, causou um tsunami com ondas de até seis metros de altura.
A NTT Communications informou que os abalos afetaram também a comunicação. Alguns cabos submarinos usados para chamadas entre a China e o Japão foram danificados e suas conexões de IP-VPN caíram. De acordo com o site Cnet, as redes de celulares estão congestionadas e sites como Twitter e Facebook estão sendo vitais para a comunicação entre a população.

“Eu vi muitas pessoas na rua falando no celular, mas também filas enormes de gente em frente aos telefones públicos”, disse o jornalista Brian Chapman para o Cnet. “Facebook e Skype estão sendo a melhor maneira de manter contato”. O repórter ainda contou que alguns cidadãos estão se aproveitando das televisões em seus celulares para se manterem informados.

Google lança serviço para encontrar desaparecidos após terremoto no Japão

Google lança serviço para encontrar desaparecidos após terremoto no Japão
A versão do Person Finder permite enviar e checar informações sobre amigos e familiares no país.

Após as catástrofes naturais sofridas pelo Japão nesta sexta-feira (11/3), a Google rapidamente lançou uma versão de seu serviço Person Finder, que ajuda as pessoas a encontrarem amigos e familiares no país.
Disponível em inglês e japonês, a ferramenta permite enviar informações sobre seu próprio paradeiro para o sistema e, assim, outras pessoas, ao procurarem pelo nome do indivíduo em questão, ficarão sabendo a localização dele. Amigos e familiares também podem fazer perguntas e buscas sobre pessoas que estavam na área afetada.
Em apenas duas horas após o lançamento, a versão do aplicativo já contava com 2000 registros enviados pelas próprias pessoas ou por outras, que acabam visualizando o status dos envolvidos através de redes sociais.
A Google já esteve presente com um sistema parecido após o terremoto de Christchurch, Nova Zelândia, que operou com cerca de 11.500 relatórios.

11 abril, 2010

COMO MEDIR RETORNO DAS REDES SOCIAIS



Mensurar as iniciativas em social media é fácil; difícil é escolher bem o que fazer. Não existe um pacote padrão - considere os objetivos de comunicação e os canais a serem utilizados.

Está na moda falar sobre redes sociais nas grandes empresas, assunto que levanta muita polêmica e medo para a maioria. Para outros é uma grande oportunidade.

Antes de falarmos como medir os esforços em redes sociais, precisamos questionar dois grandes “mitos” que percorrem este assunto tão novo. Eu elegi dois que considero os principais:

“Eu faço ações em redes sociais porque é baratinho!”

Esse é o mito que mais assusta. Infelizmente muitos pensam que “redes sociais” é a fórmula mágica que trará resultados imediatos a custo próximo a zero. Analisar dessa forma é achar que as trocas entre pessoas sobre experiências boas ou ruins com marcas valem pouco.

De acordo com o eMarketer, somente nos EUA espera-se que as empresas invistam em 2010 mais de U$ 1 bilhão em “Social Network”, “Word of Mouth” e “Conversation Marketing”. Estima-se investimentos da ordem de até U$ 5 bilhões até 2012.

Infelizmente não temos números confiáveis do mercado nacional.

O brasileiro que usa a internet fica pendurado horas por dia em redes sociais, trocando experiências reais com outras pessoas, histórias são contadas e repassadas num fluxo que aumenta exponencialmente. Nesse fluxo, muitas marcas são elogiadas e também criticadas.

Ações em redes sociais devem ser planejadas e tocadas por empresas e pessoas que tenham intimidade com o tipo de conversa que é empregada. Algumas marcas parecem mães de adolescentes usando gírias para conversar com seus filhos; o resultado soa completamente artificial.

Recentemente uma marca famosa fez uma ação no Youtube. Ela pedia para suas consumidoras criarem um vídeo. Caso ele fosse eleito o melhor, a consumidora ganharia um “kit com produtos da empresa”. Obviamente quase nenhum vídeo foi enviado. É virtualmente impossível comprar engajamento a curto prazo.

“Eu faço social media porque está na moda!”

Outro mito perigosíssimo. Redes sociais representam um fenômeno social. Milhares de pessoas interagem umas com as outras e legitimidade é a base para um relacionamento de confiança.

Pessoas conectam-se com marcas no universo virtual, seja no Twitter, Youtube, Orkut, Facebook ou qualquer outra rede.

Esperamos que o diálogo com essas marcas seja possível, porém como as empresas poderão dar conta de uma multiplicação enorme dos canais de contato com os consumidores?

Até então o SAC das empresas reinava absoluto, porém as respostas dos scripts dos atendentes não têm serventia nenhuma no universo virtual.

As estruturas de atendimento precisarão ser revistas. Muitas empresas não estão prontas para isso e perigosamente abrem caminho para concorrentes que “têm menos a perder” e podem arcar com os riscos de uma investida mais agressiva em canais alternativos de comunicação.

Algumas empresas estão se gabando com sua “presença” nas redes sociais, porém de nada adianta possuir uma presença se a cultura ainda é offline. O que mais se vê são Twitters de empresas que funcionam como um repositório de releases, onde não existe diálogo.

A própria estrutura online da maioria das empresas tornou-se arcaica. Muito em breve uma “fan page” do Facebook poderá ter mais valor do que o site da empresa. A grande maioria dos feedbacks será pulverizada em vários canais e não mais concentrados no SAC.

Não se trata de modismo, mas de uma mudança radical na forma de comunicar e de aproveitar o feedback constante que é dado pelos consumidores.

Experimente usar a busca do Twitter para acompanhar as conversas sobre sua marca. Você vai se surpreender sobre os insights que podem ser tirados de uma simples espiada nessas conversas.

Avaliando seu retorno nas redes sociais
Empresas que se adaptarem a essa nova forma de comunicar terão grandes chances de serem bem sucedidas, porém não podemos esquecer que todas as ações podem e devem ser monitoradas.
Cada rede social tem sua peculiaridade, cada marca ou produto tem seu objetivo de comunicação. Isto posto, deve-se pensar num mix adequado de redes a serem utilizadas. É preciso saber onde seu público alvo está.

O primeiro passo é monitorar as conversas de seus consumidores: existem vários softwares no mercado e agências especializadas que podem executar esse trabalho. O mais importante será como aproveitar os dados levantados e transformar isso em inteligência competitiva.
Positivas, neutras ou negativas
A forma mais básica possível de avaliar as menções sobre sua marca é classificá-las como positivas, neutras ou negativas. Além de classificá-las, você pode cruzar com informações dos concorrentes.

Abaixo, um exemplo de uma matriz que analisa qualificação x relevância de marcas:

Outra análise interessante, inventada pela Razorfish, é chamada de SIM Score, ou Social Influence Marketing Score. É basicamente um indicador que avalia o quanto os consumidores gostam ou desgostam de uma marca.
Seu cálculo é bem simples:

O resultado dessa análise trará um resultado entre 0 e 1. Quanto mais próximo a 1, mais positivo é o sentimento pela marca.

Através dessa análise é possível comparar a marca com seus concorrentes e também com a indústria ou o segmento do mercado, conforme o exemplo a seguir:


Além de avaliar se as menções são positivas ou negativas, é possível associá-las com atributos da marca que serão avaliadas. Um restaurante pode, por exemplo, saber se as menções são referentes ao atendimento, cardápio, preço entre outros.


Veja um exemplo:


Cada rede social possui suas peculiaridades na forma de avaliar o engajamento com os seus usuários.

Vamos detalhar algumas delas:






Twitter
Uma das principais métricas a serem consideradas obviamente é o número de seguidores (followers). Uma série de sites fazem análises sobre a evolução de followers e um dos meus preferidos é o TwitterCounter.
Porém, somente a audiência não vale, tem que haver engajamento. Para cada post gerado no Twitter é importante acompanhar a sua repercussão, portanto outra métrica a ser considerada é o “impacto” de cada post, ou seja, quantas vezes o post foi respondido ou “retuitado” (retweet).
Através da análise dos impactos por post é possível saber quais assuntos despertam maiores interesses, quais horários são melhores e também o tipo de assunto que traz novos seguidores.
Uma métrica interessante para avaliar o engajamento é o “Total de retweets por mil seguidores”, ela pode representar o quanto a audiência é engajada com o conteúdo de uma determinada marca.
Para quem é louco por métricas, uma boa pedida é uma ferramenta chamada Klout. Ela mede a influência e o impacto de uma conta do Twitter, identificando quem são os maiores influenciadores e influenciados de uma determinada conta.
A seguir, alguns indicadores interessantes do Klout, que é gratuito:
seguir, alguns indicadores interessantes do Klout, que é gratuito:
  • Engajamento: o quanto diverso é o grupo que “responde” para uma determinada marca? A marca apenas faz “broadcast” ou participa do diálogo?
  • Velocidade: O quanto uma marca é “retuitada”? São várias pessoas que “retuitam” os posts ou sempre são as mesmas pessoas?
  • Alcance: Os “tweets” são informativos o suficiente para se construir uma audiência? O quanto distante o conteúdo gerado espalha pelo Twitter?

Facebook

Cada vez mais as “fan pages” do Facebook ganham importância; em determinados casos elas são muito mais valiosas que os próprios sites das empresas. Somente a fan page do Starbucks possui mais de 6 milhões de “fãs”.
Uma das principais métricas a serem consideradas é o “impacto por post”. Da mesma forma que o Twitter, é importante definir métricas que avaliem o impacto e o engajamento gerado no diálogo com os “fãs”.
Outras métricas utilizadas para avaliar impacto e engajamento no Twitter também podem ser usadas no Facebook.

YouTube

Canais no Youtube são cada vez mais comuns e tornam-se uma excelente ferramenta de divulgação para marcas. Algumas métricas a serem consideradas são visualizações dos vídeos (video views), comentários por vídeo e, obviamente, o volume de assinantes do canal.

Considerações

Não existe um pacote padrão de métricas. É importante considerar quais são os objetivos de comunicação e quais são os canais a serem utilizados. O mais importante é saber definir uma estratégia certa e estabelecer um diálogo relevante com os consumidores.
Antes de qualquer medição é importante avaliar se sua empresa está pronta para mudar a forma de comunicar. O modelo antigo “one way” não funciona nas redes sociais. Estabelecer um diálogo próximo, relevante e honesto pode parecer simples, porém requer uma auto-análise profunda. Sua empresa está pronta?

Fonte: Por Daniel Tártaro

21 abril, 2009

PLANILHAS

Ilustrações nos gráficos do Excel

Dois truques para usar imagens e incrementar os gráficos
produzidos com a ajuda do Excel 2007

O Excel permite que se incremente o plano de fundo do gráfico de diferentes formas. Além da opção de fundo branco, pode-se acrescentar um fundo sólido, gradual ou uma imagem e textura. No exemplo acima, criamos um gráfico de barras 3D agrupadas, clicamos com o botão direito do mouse numa área vazia do gráfico e selecionamos Formatar Área do Gráfico no menu de contexto. Escolhemos, em seguida, Preenchimento e marcamos Preenchimento Com Imagem ou Textura. Clicamos em Arquivo e selecionamos a imagem do fundo. É muito comum, neste caso, que o fundo atrapalhe a visualização dos dados. Para minimizar o problema, use o controle deslizante Transparência até obter o efeito desejado. Uma dica é arrastar a caixa de diálogo Formatar Área do Gráfico para um espaço livre da tela para poder conferir a efeito de desbotamento diretamente no gráfico.
Imagem na Pizza

Que tal colocar uma imagem preenchendo o próprio gráfico em vez do fundo?

Esse recurso funciona bem, por exemplo, em gráficos de pizza, nos quais se representam porcentagens de um total. Para fazer isso, selecione o intervalo de células que será usado no traçado do gráfico e escolha o gráfico Pizza Destacada 2D. Depois, clique na própria pizza com o botão direito do mouse e selecione Formatar Série de Dados. Escolha, em seguida, Preenchimento. Marque Preenchimento Com Imagem ou Textura, clique em Arquivo e escolha a foto ou ilustração desejada. É possível ainda usar imagens armazenadas na área de transferência ou cliparts. Basta clicar nos botões correspondentes.

Sete truques para economizar bateria

Desabilite recursos e deixe de usar programas que drenam a energia do seu smartphone para garantir ligações importantes

A bateria está fraca e você espera uma ligação importante?
Precisa usar o smartphone apenas para editar um arquivo?
Algumas medidas simples podem garantir ao seu smartphone ou celular a energia necessária para que você consiga chegar ao fim da conversa ou do trabalho.
1 – Reduza o brilho do visor de cristal líquido. Algo como 40% ou 50% do brilho total é suficiente para economizar um pouco da bateria sem que a leitura das informações na tela seja comprometida.
2 – Reduza o tempo de duração da iluminação traseira durante as conversas e estabeleça um período de tempo menor para que o aparelho seja desativado quando não estiver em uso.
3 – Se você quer trabalhar em um arquivo ou organizar a agenda, mas não precisa falar ao telefone, use o modo vôo ou modo avião disponível na maioria dos aparelhos. Esse recurso desliga a antena do dispositivo, mas mantém as outras funções disponíveis.
4 – O toque do telefone e o alerta de compromissos bastam. Desabilite a emissão de sons para outros eventos, como o recebimento de novas mensagens e ações de alguns programas.
5 – Desabilite as conexões Bluetooth, Wi-Fi e infravermelho quando esses recursos de comunicação de dados não estiverem em uso.
6 – Não navegue na internet, não tire fotos nem ouça músicas. Todas essas rotinas são interessantes, mas drenam a bateria do aparelho. Jogos também são consumidores vorazes de energia.
7 – Ative a proteção do teclado quando colocar o telefone no bolso ou na bolsa. Além de evitar o acionamento da iluminação da tela — e, conseqüentemente, o consumo de bateria —, o recurso evita que seu aparelho faça chamadas acidentalmente e que a conta surpreenda no fim do mês.

18 março, 2009

Um país engarrafado

Dica para aula de GEOGRAFIA
Mostre as opções de transporte que o Brasil fez na história e o reflexo delas na atual capacidade do país em fazer com que produtos e pessoas circulem. Aula para ninguém ficar parado.

Ajude a turma a entender os prejuízos da opção pelo transporte rodoviário no Brasil

O esforço despendido pelo governo federal para fazer com que os estudantes brasileiros recebam em todo o país os livros didáticos a tempo de começar o ano letivo. A gigantesca operação ganha ares de façanha – digna de receber o “Oscar internacional da logística” devido à precária infraestrutura de transportes do Brasil. O texto oferece uma ótima oportunidade de estudar a questão do deslocamento de pessoas e produtos numa nação de tamanho continental e, de quebra, vai ajudar os jovens a dar mais valor ao material disponibilizado pelo Ministério da Educação.
Atividades

1ª aula - Recorde os tipos de transporte: rodoviário, ferroviário, aéreo, hidroviário e marítimo. Divida a turma em grupos e indique uma modalidade para cada: um fica com ferroviário, outro com rodoviário e assim por diante. Estipule um tempo para que cada equipe prepare uma lista que indique vantagens e desvantagens do transporte que receberam. Para tanto, devem ser analisadas questões como a quantidade de produtos ou pessoas transportada, a distância percorrida, o tempo dispendido, a segurança da operação (risco de extravio e/ou danos a mercadorias, roubo, cumprimento de horários etc.), custo e características geográficas do país. Quanto a esse último item, é bom se valer de um mapa do Brasil para lembrar a moçada que o país tem uma dimensão enorme e muita variedade de clima e relevo. Ao avaliar a viabilidade de investir no transporte aéreo na fria serra gaúcha, por exemplo, é preciso ter em conta o número de horas, eventualmente dias, que a neblina impedirá operações na região.
A partir do levantamento dos grupos, rememore o desenvolvimento do sistema de transportes brasileiro. A colonização portuguesa se deu, basicamente, graças aos transportes marítimo e fluvial. As naus que percorreram a costa e os principais rios do território praticamente monopolizaram o deslocamento de pessoas e mercadorias nos três primeiros séculos de nossa história. Foi só com a necessidade de expansão da colonização do Brasil e a urgência em integrar a base econômica do país, após a Independência, que surgiram as primeiras ideias ­não colocadas em prática - de um sistema viário (o Plano Rebelo, de 1838, por exemplo, propunha a construção de três estradas reais que, saindo da capital do Império, o Rio de Janeiro, atingissem o Sudeste, o Noroeste e o Norte do país). As primeiras ferrovias surgiram na segunda metade do século XIX e tiveram forte presença, fazendo com que as estradas e a navegação marítima e fluvial fossem passando, paulatinamente, para segundo plano. A via aérea só surgiu na terceira década do século XX – com a instalação da primeira empresa brasileira de transporte aéreo, a Rondor - e o Primeiro Plano Rodoviário veio dez anos depois, em 1937.

Associe o desenvolvimento dos transportes com a questão econômica. O primeiro produto massivamente cultivado do país, o açúcar, tinha na navegação o seu condicionante de expansão, pois levava para o exterior a produção e trazia de lá mercadorias e a mão-de-obra indispensável, o escravo. A navegação costeira interligava os mais importantes pontos de povoamento, todos ainda na faixa litorânea. A descoberta do ouro em Minas Gerais, no século XVIII, foi decisiva para que o cenário mudasse. Foi construída uma estrada ligando o Rio de Janeiro a Vila Rica (atual Ouro Preto) e o transporte fluvial ganhou forte impulso como modo de acessar o interior. Os trens viraram uma realidade quando a alta produtividade e a lucratividade das novas lavouras (principalmente ligadas ao café) exigiram a ocupação de terras mais distantes. A aviação comercial nunca se firmou como uma opção relevante, alternando momentos de mais prestígio com outros de fracasso evidente. Já o surto de investimentos em rodovias veio a partir dos anos 1950, com a transferência da capital federal para Brasília e a instalação da indústria automobilística no país.
Depois que os grupos tiverem montado uma lista preliminar, distribua o quadro “Crescimento anual de infraestrutura” (abaixo) e mostre a comparação entre o investimento em estradas de ferro e de asfalto na segunda metade do século passado. Mostre que o gasto com as rodovias caiu drasticamente a partir dos anos 1980, quando o Brasil entrou em crise econômica.
Acrescente um dado sobre o preço do frete para reflexão da moçada. Aproximadamente, o envio de um produto por hidrovia custa 40 reais a tonelada por 1.000 quilômetros. Por ferrovia, sai por 65 reais a tonelada por 1.000 quilômetros. E por rodovia, salta para 100 reais a tonelada por 1.000 quilômetros. O frete aéreo é calculado a partir de uma série de variáveis – como peso, embalagem e valor do objeto – mas, como regra, é pelo menos 40% mais caro que o rodoviário.
Peça que os grupos reavaliem as listas de prós e contras que fizeram de seu meio de transporte e tragam novas versões na aula seguinte.

2ª aula - Convoque os grupos para apresentarem suas conclusões e anote o resultado no quadro. De uma forma geral, eles devem chegar ao seguinte resultado:

  • Transporte ferroviário – permite o deslocamento de grande quantidade de carga por viagem, percorre longas distâncias, é flexível quanto às mercadorias, tem custo menor em relação ao rodoviário para grandes volumes de produtos, a velocidade é razoável, não há prejuízo em decorrência do clima ou de congestionamento de tráfego. Por outro lado, a frequência de saída é pequena (não é possível acumular trens numa ferrovia), não permite desvio de rota e nem entrega a domicílio, apresenta risco de saques (pois não desenvolve altas velocidades e nem pode desviar de obstáculos) é ineficiente para curtas distâncias e para pequenas quantidades.

  • Transporte aéreo – é o mais rápido de todos, mas extremamente sucetível a condições climáticas. O custo é elevado, há restrição a tipos de mercadoria e à quantidade.
    Transporte marítimo – permite o deslocamento de grandes quantidades de carga por viagem, percorre longas distâncias, é flexível quanto às mercadorias e transporta cargas perigosas. Entretanto, não se presta para cargas perecíveis, a carga e a descarga são lentas, o tempo de trânsito é longo e a frequência baixa.

  • Transporte fluvial - permite o deslocamento de grandes quantidades de carga por viagem, percorre longas distâncias, é flexível quanto às mercadorias e transporta cargas perigosas. Entretanto, é suscetível a questões climáticas (períodos de seca ou cheia podem inviabilizá-lo), não permite desvio de rota, não se presta para produtos perecíveis, a carga e a descarga são lentas, o tempo de trânsito é longo e a frequência baixa.

  • Transporte rodoviário – atua em qualquer região geográfica, tem flexibilidade de rota e de pontos de entrega, carga e descarga ágil, transporte de pequenas e médias quantidades e alta frequência. Por outro lado, os custos são elevados, principalmente para longas distâncias, o volume transportado não é grande, é sensível a condições climáticas, oferece grande risco de perda em virtude de acidentes e roubos e tem a entrega prejudicada pelo tráfego.

Promova um debate sobre as possibilidades de uso dos diferentes meios e as necessidades do Brasil, com um território gigantesco e uma produção cada vez maior – especialmente agrícola – em regiões distantes do litoral. Cite que estados como São Paulo e Rio Grande do Sul estão investindo em hidrovias e que o governo federal anunciou que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vai privilegiar os sistemas ferroviário e marítimo.
Ofereça a tabela “Países em movimento” (abaixo) para animar a discussão. Por fim, encomende um texto em que os jovens se posicionem sobre a situação da infraestrutura de transportes do país e proponham alternativas para acabar com o intenso trânsito de caminhões nas estradas brasileiras, que aceleram a degradação dos pavimentos e contribuem significativamente para a formação de congestionamentos. Veja como é feito o transporte nos países de grande dimensão:



26 novembro, 2008

MINI CURSOS ON LINE

VOCÊ JÁ FEZ ALGUM CURSO À DISTÂNCIA?

A dica de hoje são os minicursos oferecidos pelo Acessa SP.
Nos minicursos à distância, você pode aprender sobre os mais variados assuntos. Os minicursos são gratuitos e divididos entre três e cinco aulas. Cada aula não leva mais que 15 minutos. Escolha um tema para começar e... aproveite ao máximo!
Entrar no assunto escolhido é fácil: com o mouse, clique sobre o tema escolhido. Em seguida, matricule-se. É só preencher a ficha para transitar livremente. Não precisa pagar nada. Bom aprendizado!


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1 - Dengue: uma guerra a ser vencida




2 - Como preparar um currículo


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3 - Como fazer nós de gravatas


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4 - Segurança pessoal


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5 - Doce sem açúcar


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6 -Etiqueta na internet

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7 - Consumidor: você tem direitos!
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8 - As doenças do sexo: DSTs e Aids



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9 - Como fazer uma horta


Fonte: http://minicursos.futuro.usp.br/

12 outubro, 2008

Proteja seus filhos monitorando e limitando o que eles fazem no PC

Cuidar das crianças vai além de dar-lhes conforto emocional, educacional e material. Proteja-as, também, no ambiente virtual.

Seja na semana das crianças ou fora desta data, dedicar-se aos filhos é mais do que dar-lhes um presente. Tomar cuidado com o uso que elas fazem do computador é até mais significativo.
Estudo divulgado pela SaferNet mostra que mais de metade das crianças já teve acesso a conteúdo impróprio na web, razão mais do que suficiente para que nos preocupemos em protegê-las desse tipo de conteúdo, bem como em manter afastados usuários mal intencionados espalhados pela Internet.
Conhecer o comportamento online das crianças - sites que visitam, softwares que utilizam e a freqüência com que o fazem - ajuda os pais e responsáveis o orientar as crianças no uso da tecnologia online, o que também pode ser obtido a partir da sugestão do uso de redes sociais criadas especialmente para essa faixa etária.
A indústria de software oferece muitos recursos para que os pais controlem o que o filho vê – os chamados Parental Control –, na maior parte dos casos disponíveis em versões pagas.
Mas nem sempre é preciso pôr a mão no bolso para obter um bom nível de controle do que seus filho vêem ou fazem no computador.

Máquinas que utilizam o Windows XP, por exemplo, podem tirar proveito de uma solução gratuita da Microsoft chamada Proteção para a Família, vinculada à plataforma Windows Live. Com ela, os pais, que devem ter acesso como administradores do PC, podem decidir o que os filhos podem ver, limitando pesquisas, bloqueando ou permitindo o acesso a determinados sites na web e ainda monitorar o que fizeram na sua ausência, por meio de relatórios gerados pelo aplicativo.

Já quem usa o Windows Vista (com exceção das edições Business e Enterprise) conta com uma ferramenta muito eficiente. Trata-se do Controle dos Pais (ou Parental Control, em inglês), localizado no Painel de controle. Com esse recurso, é possível estabelecer uma série de restrições para determinada conta do usuário - no caso, a conta de seu filho.

Vista: Controle dos Pais oferece diferentes filtrospara a acessibilidade de um usuário

A opção filtro da web possibilita bloquear manualmente o acesso a alguns sites ou até permitir somente algumas páginas de uma lista que você mesmo cria. Também existem quatro níveis de restrição pré-prontos que você pode adotar, além do bloqueio a downloads de arquivos.

A função limite de tempo oferece um quadro com todos os horários da semana para que você defina quando seu filho pode acessar sua conta do Vista. Isso pode ser útil para garantir que sempre haja um adulto por perto quando a criança estiver usando o computador.



Em relação aos games, o Controle dos Pais do Vista oferece proibição completa, bem como permissão de acordo com a classificação de cada jogo no Entertainment Software Rating Board.
Pode-se, ainda, fazer uma filtragem com base numa lista de assuntos sugerida pelo próprio sisitema operacional.


Por último, um filtro de aplicativos oferece uma relação para que você marque todos os programas que o usuário terá permissão para executar (caso você não marque a opção que libera todos os softwares).
Além disso, o Vista também gera um relatório com todas as ações que seu filho executou no computador, inclusive tentativas frustradas de logon e de alteração do relógio do sistema como forma de burlar possíveis restrições.

Aprenda a bloquear um remetente indesejado em sua caixa de e-mail

Não é necessário um programa anti-spam para barrar os e-mails daquele sujeito que você não quer ver nem pintado.

Apesar da enormidade de opções de programas anti-spam disponíveis na Internet, é difícil termos total controle sobre quais mensagens iremos receber em nossa caixa de entrada – e de quem as receberemos.
Além disso, pode acontecer de o problema não se tratar de e-mails vindos de uma máquina spammer, mas sim de algum amigo inconveniente, certo colega de trabalho mal intencionado, uma ex-namorada ou ex-namorado que não desiste nunca.
Nesses casos, uma solução muito prática – e que não exige a instalação de nenhum software de segurança – é simplesmente bloquear algum remetente específico.

No Microsoft Outlook, existem duas formas básicas de se fazer isso. Na primeira delas, basta abrir ou mesmo só selecionar a mensagem do remetente que se deseja bloquear e clicar no menu Ações. Nas opções que se abrem, vá em Lixo Eletrônico e clique em Adicionar remetente à lista de remetentes bloqueados.












Outra opção é clicar com o botão direito também sobre alguma mensagem da pessoa em questão e clicar em Criar Regra. Na caixa de diálogo que abre, marque a opção Mover e-mail para a pasta: e clique em Selecionar Pasta.
A vantagem aqui é que você pode escolher para onde enviar a mensagem que quer bloquear, não sendo obrigatório o Lixo Eletrônico como destino. Você pode optar, por exemplo, por Itens Excluídos.


No Outlook Express também é bem simples, mas os comandos são outros. Abra uma mensagem do remetente-alvo e clique em Mensagens na barra do menu (se a barra não estiver visível, aperte Alt para que apareça). Depois é só clicar em Bloquear Remetente.

Em relação ao Gmail, a solução é criar um filtro específico para aquele remetente. Abra uma mensagem do dito cujo e, na barra posicionada na parte de cima, clique no menu drop-down Mais ações e selecione Filtrar mensagens assim.



Nas opções do filtro que serão solicitadas, mantenha apenas o endereço de e-mail do remetente e clique em Próxima etapa (note que se quiser bloquear todos os usuários de um determinado domínio, basta apagar tudo o que vem antes da arroba; por exemplo, mantenha: @servidor.com).










Nas configurações perguntadas na seqüência, você mesmo irá definir o tipo de bloqueio conferido a este usuário. Isso por que você também opta, no caso do Gmail, pelo grau do bloqueio ao definir o que fazer com as mensagens do destinatário especificado.

É possível escolher por arquivá-las fora da caixa de entrada; encaminhá-las para um outro endereço de e-mail; ou até excluí-las no mesmo momento em que forem recebidas.
Marque as opções que desejar e clique em Criar filtro.
É possível escolher por arquivá-las fora da caixa de entrada; encaminhá-las para um outro endereço de e-mail; ou até excluí-las no mesmo momento em que forem recebidas.

Marque as opções que desejar e clique em Criar filtro.

16 junho, 2008

FAÇA VOCÊ MESMO

FAÇA VOCÊ MESMO SEU ÁLBUM EM 3D

Se você gosta de ter suas fotos no salva-tela, talvez se interesse em criar um modelo 3D, com navegação parecida com jogos de tiros, como Doom —mas sem os tiros.
O software
Photo!3D permite escolher um cenário 3D com "quadros", nos quais você coloca suas fotos. Assim, quando o salva-tela é ativado, é como se tivesse uma galeria de quadros com as suas fotos favoritas.
É possível publicar em um álbum virtual com o domínio pho.to (!) e embarcar o conjunto de imagens em blogs ou sites.
O processo de criação é bem rápido, menos de 10 minutos está pronto, já que é possível adicionar álbuns completos de uma vez. A demora, conforme o seu computador, será para instalar o programa.

ACHADOS INTERESSANTES

ADESIVO PARA ESCREVER COMO UM
RELÓGIO DIGITAL

Um adesivo digital, mas offline. Com esse rolo de adesivo, você pinta cada uma das letras e escreve uma mensagem com cara de relógio digital.
O adesivo pode ser usado para fins úteis, como identificar caixas de papelão, armários e pastas, ou para deixar uma parede do seu quarto com um ar...digital?
Na loja norte-americana Think Geek, há dois tipos de rolo: um maior, de cinco centímetros com 50 metros de comprimento; e outro menorzinho, de 1,8 centímetros com 33 metros de comprimento. Eles custam entre US$ 4,99 e US$ 8,99 a unidade e vem com caneta incluída.


24 abril, 2008

Aluguel de vídeos na Web começa a decolar no Brasil conheça sites

Aluguel de vídeos na Web começa a decolar no Brasil; conheça sitesEnquanto a Netflix —popular locadora de DVDs online dos Estados Unidos— anunciou ter firmado três parcerias para disponibilizar filmes via streaming da Web para a TV, no Brasil, o mercado de locadoras online começa a esquentar motores.

O banco de dados de downloads contará inicialmente com nove mil títulos —10% do total de DVDs disponibilizados atualmente para o aluguel pelo site.

No Brasil, o negócio começou há pouco mais de dois anos e está em crescimento. O VideoFlix foi um dos primeiros a começar com o sistema de locações online e briga para vencer a concorrência.

O site Pipoca Online, por exemplo, teve crescimento de 70% na base de clientes em relação ao ano passado. Já a NetMovies, principal empresa do setor, pretende saltar de 500 mil locações em 2007 para 5 milhões em 2008. A empresa também planeja estrear no país, a partir do segundo semestre deste ano, o download de filmes pela Internet.

Nos EUA, o serviço já é oferecido pela Apple e Amazon, por exemplo.

O funcionamento dos sites é praticamente o mesmo: o usuário assina um plano mensal que dá direito a um certo número de filmes por mês. Não há data para devolução dos filmes e, em alguns casos, nem limite de quantos DVDs podem ser requisitados.

O sistema de entrega pelos correios, comum nos EUA, foi substituído, na maior parte das vezes, pelo uso de motoboys e entrega por carro. Você faz uma lista de quais filmes quer ver e, dependendo da disponibilidade de títulos, eles são entregues em sua casa em poucos dias (normalmente, em 24 horas). Assim, ao entregar um filme você recebe o próximo da lista.

Vídeos em Blu-ray

A Netflix pretende disponibilizar vídeos na tecnologia Blu-ray para competir com os sistemas de downloads. O consumidor pagaria a mais pela alta qualidade da imagem. Enquanto o Blu-ray ainda não é popular no país, as locadoras online brigam contra a pirataria cinematográfica.

Esse é um dos principais limitadores apontados pelos empresários do setor —mas a cultura de alugar filmes legalmente parece estar se disseminando no país. A comodidade, facilidade e economia são os propulsores dessa mudança de comportamento.


Confira os sites que permitem o aluguel de filmes: NetMovies, Pipoca Online, VideoFlix e também o aluguel de games online: EasyPlay e Gamemcasa.

Fonte: LILIAN FERREIRA UOL Tecnologia - 24/04/2008

12 fevereiro, 2008

USE AS FONTES CORRETAS


Crie documentos e sites com estilo usando as fontes corretas

Apresentação no Power Point, um blog ou um site novo... você sabe qual fonte é a ideal para não decepcionar? Não existe uma regra clara que garanta o brilho do trabalho, mas algumas dicas simples podem te ajudar a criar documentos bastante apresentáveis. Para começar, o clichê "o segredo é não exagerar" também se encaixa perfeitamente na tipografia. Seja na Internet ou no impresso, procure sempre usar fontes neutras e com um bom contraste em relação ao fundo.

A seguir, listamos algumas dicas simples que podem te ajudar a criar documentos e sites com aspecto profissional.

Para a Web
  • Fontes sem serifa, ou seja, as que não possuem traços no final de cada letra, são as mais indicadas para sites. São fontes mais legiveis e que não causam problemas com pixels. Exemplos são: Arial, Verdana, Trebuchet.

  • Sempre use fontes disponíveis em todos os PCs. Não adianta escolher um modelo cheio de estilo, mas que só rode no seu computador. Se o site for desenvolvido em Flash, a escolha da fonte personalizada é aceitável, mas tome cuidado com as partes que continuarão a ser texto.

  • Verdana e Trebuchet, para Windows, e Geneva, para Mac, são as fontes mais indicadas para a criação de sites por possuírem linhas simples e sem muito contraste.

  • Procure não usar mais de três tipos de fontes em um mesmo layout para não deixá-lo poluído.

  • Escolhas cores neutras como background que façam um contraste interessante e que nao causem cansaço. Procure evitar cores complementares entre fundo e fonte (ex: vermelhoe e verde, azul e amarelo
Para o impresso

  • Livros e trabalhos extensos pedem fontes serifadas, ou seja, as que acompanham traços ao final de cada uma das letras. Esse tipo de fonte facilita a leitura.

  • Para anúncios, tente fontes sem serifas e simples, como a Arial.

  • Assim como na Web, procure não usar mais de três tipos de fontes em um mesmo layout para não deixá-lo poluído.